/ Sustentabilidade

17 de May 2013

Essa capela no Arkansas, Estados Unidos, foi construída com o objetivo de oferecer vistas deslumbrantes em todas as direções do ambiente. O arquiteto responsável pelo projeto, E. Fay Jones, pediu que a obra fosse desenvolvida com elementos de construção que não fossem maiores do que aquilo que duas pessoas poderiam carregar com as próprias mãos, para não prejudicar o bosque.

A Thorncrow Chapel é um dos mais belos exemplos de arquitetura orgânica, uma filosofia creditada a Frank Lloyd Wright, que promove a harmonia entre o mundo natural e a habitação humana. Quem quiser saber mais sobre a capela pode fazer um tour virtual em 3D aqui.

18 de April 2013

Quem acha que viver em cavernas é coisa para os nossos ancestrais Paleolíticos pode mudar de ideia. Alguns projetos bem atuais priorizam a arquitetura natural para construir casas subterrâneas que vão te deixar com muita vontade de ir morar no underground.

O hotel ecológico Bella Vista, na Itália, contém onze chalés individuais e ainda está em fase de construção. Com o objetivo de  possibilitar ao hóspede uma profunda experiência de proximidade com a natureza, é um projeto totalmente sustentável.

Localizada nas Ilhas Cíclades, na Grécia, a Casa Aloni tem 240 metros quadrados apresenta uma parede de terra que regula a temperatura e um teto verde que, além de camuflar a residência na paisagem, proporciona isolamento térmico.

Essa casa está localizada em Festus, no Missouri, e foi construída dentro de uma caverna de aproximadamente 1400 metros quadrados. No interior, os moradores Curt e Deborah Sleeper decidiram deixar a mostra as texturas da rocha.

Quem assistiu o épico Senhor dos Anéis já viu as imagens acima – essas foram as verdadeiras casas usadas nas filmagens do longa, localizadas em Matamata, Nova Zelândia. Embora essas construções tenham sido desenvolvidas apenas como cenário externo (todas as filmagens feitas no interior das casas foram produzidas em estúdio), os donos da fazenda aonde as casas foram construídas pediram para que as deixassem lá, de forma a atrair visitantes e fãs do longa após o término do filme.

Para ver mais casas subterrâneas, clique aqui.

Em 1993 a ONU declarou o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água, um momento para levantar discussões acerca dos recursos hídricos do nosso planeta. Devido a um fenômeno conhecido como Ciclo Hidrológico, a quantidade de água na Terra é praticamente a mesma há milhões de anos – águas do mar e dos continentes evaporam, formam nuvens, voltam à terra (chuva, neve), escorrem para rios, lagos e subsolo e, finalmente, retornam ao mar. Por que então a escassez de água é uma ameaça à vida na Terra? Devido à contaminação e poluição dos recursos hídricos.

Encontro dos rios Negro e Solimões, em Manaus

A ONU definiu 2013 como o Ano Internacional de Cooperação pela Água e vale a reflexão sobre a Declaração Universal dos Direitos da Água, que reúne posturas e atitudes com relação ao uso sustentável da água:

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura e a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Art. 3º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Promover e realizar o uso consciente desta substância indispensável à vida é dever de todos nós.

O Slow Food teve início em Roma, nos anos 80 e tem como princípio unir o prazer de comer com responsabilidade, sustentabilidade e harmonia com a natureza. Nesses quase trinta anos de jornada, o movimento vem transformando realidades ao redor do mundo incentivando e enfatizando a importância de pequenos produtores, das tradições locais e da culinária tradicional.

Aliado ao prazer das coisas simples e que fazem parte do dia-a-dia de regiões específicas, o conceito do Slow Food se espalhou pelo mundo e vem inspirando novos projetos que também prezam pela qualidade de vida: o Citta Slow envolve cidades que comprometem-se a se proteger da loucura veloz das grandes metrópoles e o Slow Design preocupa-se em desenvolver objetos atemporais – mesmo que isso signifique um maior tempo de concepção e fabricação – e tem como ícone o crochê.

O Slow Home também tem como princípio a qualidade e o bem-estar com projetos criados com arquitetura personalizada, que fujam do padrão das commodities. Já o Slow Travel propõe a apreciação de locais desconhecidos de maneira calma e particular, com rotas alternativas aos roteiros turísticos.

E por fim o Slow Money, que incentiva o cuidado com o solo, o cultivo de produtos orgânicos e o estímulo a negócios locais e regionais. Desacelerar o ritmo para apreciar as coisas é a chave para ter mais qualidade de vida!

13 de February 2013

Para conscientizar a população sobre a importância do tratamento e reciclagem dos lixos e resíduos produzidos pelo ser humano, dois escritórios de arquitetura espanhóis iniciaram uma campanha com a colaboração de estudantes universitários para a criação de pavilhões temporários nos pátios das Universidades utilizando apenas caixas de leite.

A campanha arrecadou cerca de 45 mil embalagens vazias, que foram utilizados na construção de cem pavilhões temporários espalhados por Granada, na Espanha.

Cada prédio levou duas semanas para ser construído e depois de desmontados, foram enviados para um centro de reciclagem. A iniciativa ganhou espaço no Guiness como recorde mundial de a maior estrutura reciclável já construída.

30 de January 2013

Os discos de vinil possuem uma legião de fãs e defensores: o formato grande e o hábito de ouvir música de forma coletiva, apreciando inclusive o chiado das gravações antigas, está super em alta e ganha mais adeptos a cada dia. Além de serem objeto de paixão para muitos, discos antigos também ficam muito bacanas quando usados na decoração e em objetos de uso diário.


A maioria dos objetos acima é possível fazer em casa – o vinil molda-se muito fácil em contato com o calor e um bom estilete é capaz de cortá-lo com precisão. Finalmente podemos fazer bom uso daquela pilha de discos com trilha sonora das novelas dos anos 80!

29 de January 2013

Cães e Bikes

- por Lojas Beagle em Arte, Sustentabilidade

A artista israelense Nirit Levav transforma peças de bicicletas que seriam descartadas em esculturas de cães em tamanho real. Depois de anos trabalhando como estilista (ela criava vestidos de noiva), Nirit decidiu dedicar seu design à construção de peças surpreendentes.

No vídeo abaixo, a artista fala um pouco sobre seu processo criativo, sobre onde busca sua matéria-prima e diz que adora passar horas em sua oficina criando suas esculturas.

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Nirit é uma junk collector que transforma lixo em arte – sua série de cães é mais uma prova de que não há limites para o reaproveitamento de materiais descartados quando atrelados ã criatividade humana.

28 de November 2012

Decorar a casa para o Natal é uma das atividades mais divertidas e especiais do ano, principalmente para quem convive com crianças  - a forma como elas se encantam com as luzes e cores dessa época do ano é a própria Magia do Natal! Para quem ainda não concluiu a decoração, encontramos alguns enfeites desenvolvidos com materiais reciclados no site Vida Sustentável para dar um toque ecológico na sua árvore reaproveitando materiais descartados.

Garrafa Pet

Corrente de Bicicleta

Rolo de Papel Higiênico

Caixas de Fósforo

A confecção dos enfeites pode até fazer parte da sua rotina de Natal e se tornar um passatempo relaxante. Aproveite o material que você tem em casa e use sua criatividade para deixar sua casa ou ambiente de trabalho cheios dos encantos natalinos

21 de November 2012

Já pensou morar em uma casa onde você pode escolher o melhor ângulo para receber (ou não) a luz do sol em qualquer estação do ano? Pois esse projeto já existe e foi criado pelo designer e arquiteto Patrick Marsilli. A casa, totalmente feita em madeira e desenvolvida dentro do conceito de habitat balanceado, possui um sistema que permite rotação em seu próprio eixo para melhor aproveitamento da luz e do calor e também é a prova de furacão e terremoto.

O vídeo abaixo mostra as etapas da construção do projeto – dá pra ter uma ideia melhor de como funciona e da amplitude do imóvel.

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Já pensou um edifício onde as paredes são revestidas com painéis de microalgas que geram calor, sombra e energia? Pois isso já é uma realidade em andamento na Alemanha, onde está sendo construído o primeiro “prédio vivo” do mundo.

Os painéis de microalgas devem ser utilizados dentro e fora do prédio – “quando o sol as atinge, as microalgas crescem com o processo natural de fotossíntese e isto torna o prédio um instrumento dinâmico e vivo, cuja fachada bioadaptável responde ao aumento da luz do sol criando sombra e gerando energia para uso imediato ou armazenagem.

Com o aprisionamento da energia do sol, o calor deixa de entrar no edifício e é reutilizado para ajudar a alimentá-lo com energia. A microalga também bloqueia parte da luz do sol, reduzindo reflexos e criando um ambiente mais agradável. Estas duas coisas terão também impactos em sistemas auxiliares, como ar condicionado e purificadores.”

Um novo conceito em Eco-Design!

(Fonte: Planeta Sustentável)

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