17 de agosto 2012

Para quem está a procura de novos ares, a revista britânica The Economist acabou de divulgar o ranking das dez melhores cidades do mundo para se viver. Setenta centros urbanos foram analisados nos quesitos Isolamento, Áreas Verdes, Bens Culturais, Bens Naturais, Conectividades, Poluição, Expansão e Ajustes Espaciais, São Paulo e Rio de Janeiro aparecem nas 36ª e 42ª posições. Veja abaixo os atributos das cinco primeiras posições:

1º lugar – Hong Kong: Com quatro avaliações próximas ao valor máximo, Hong Kong lidera o ranking das melhores cidades para se viver. Há uma coerência entre a superfície da região metropolitana e a população total, que passa dos sete milhões. A rede de transporte público, área verdes, isolamento e bens naturais foram alguns dos quesitos que a colocaram na primeira posição.

2º lugar – Amsterdã: Os bens naturais da capital dos Países Baixos, com destaque para o rio Amstel, fizeram com que a cidade ocupasse a segunda colocação. O aeroporto da cidade é o quarto terminal mais importante da Europa e trabalha com mais de 100 empresas de aviação, o que conecta o local a 200 destinos.

3º lugar – Osaka: A cidade manteve a mesma posição que o ranking anterior, fato que se deve as boas condições de ventilação da região.

4º lugar – Paris: A Cidade Luz ficou nesta colocação por suas extensas áreas verdes: Parque de la Villete, de Buttes Chaumont e Montsouris, os jardins do Trocadero e de Luxemburgo, e os bosques de Boulogne e Vincennes. A extensa linha de transporte público também foi bem avaliada, assim como os três aeroportos da cidade: Charles de Gaulle, Orly e Beouvals.

5º lugar – Sydney: Agora, além da Ópera de Sydney a cidade australiana também poderá ser reconhecida por seus baixos índices de contaminação. Este item é determinado pelo indicador que mede a concentração de partículas de mais de 10 micrômetros (PM10) no ar.

Na sequência do top ten: Estocolmo, Berlin, Toronto, Munique e Tóquio.(Fonte: Revista GQ)



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